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Casa Comum das Tertúlias

Blog da CCT. Espaço de intervenção e de reflexão. Aqui a Cultura e a Democracia são as prioridades. Participem.

sexta-feira, novembro 30, 2012

Manifestos contra o medo será apresentado em Zapopan (Jalisco, México)

Depois da FIL (ver aqui)... ainda no México, em "La Casa del Mezquite"...



Tertulia


Presentación del libro 

"Manifestos contra o medo: 

antologia de uma intervenção cívica"


Presentadora: 
Beatriz Mayor Serrano 

Autor: 
Luís Norberto Lourenço


La Casa del Mezquite
(Aldama Nº 22, Atemajac del Valle, Zapopan, Jalisco, México)

1 de Diciembre de 2012 
(sábado)
18h


Organización:
lacasadelmezquite@hotmail.com

luis.norberto.lourenco@gmail.com

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terça-feira, novembro 27, 2012

Manifestos contra o medo, de Luís Norberto Lourenço, na FIL de Guadalaja...




Intervenção do autor, Luís Norberto Lourenço na FIL...

Decorreu no passado sábado, 24 de Novembro de 2012, pelas 18h, na Sala D, da Área Internacional, na Expo Guadalajara, Estado de Jalisco, México, no âmbito da XXVI Feria Internacional del Libro de Guadalajara 2012, a apresentação do livro "Manifestos contra o medo: antologia de uma intervenção cívica" (Castelo Branco, Casa Comum das Tertúlias, 2011).


Na mesa: a moderadora, Ana Luisa Esparza Molina (México), o autor, Luís Norberto Lourenço (Portugal) e apresentadora, Beatriz Mayor Serrano (México).

Para ouvir palavras iniciais de Ana Luisa Esparza Molina, aqui.
Para ouvir apresentação de Beatriz Mayor Serrano, aqui

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quarta-feira, novembro 21, 2012

Casa Comum das Tertúlias no México

A Casa Comum das Tertúlias marcará presença na Feria Internacional del Libro de Guadalajara de 2012 (Jalisco, México).
O livro...


O caderno a propósito do livro com textos em espanhol...
O cartaz da FIL...
Dia 24 de Novembro é o dia do Manifestos... aqui:

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quinta-feira, outubro 25, 2012

Manifestos contra o medo, Setúbal, a Cultura e a Amizade

"Amizade é um domicílio."
Isabel Victor

O Elevens Coffee Bar, uma das nossas referências culturais na noite setubalense, onde fizemos amigos, conhecemos poetas, pintores, gentes do teatro, jornalistas e militantes de várias e boas causas... acolheu a mais recente iniciativa da Casa Comum das Tertúlias, naquela que foi a sétima apresentação do "Manifestos contra o medo: antologia de uma intervenção cívica", de Luís Norberto Lourenço, livro nesta ocasião apresentado pela Dra. Isabel Victor, museóloga cujo trabalho muito respeitamos e cujo texto de apresentação poderão ler aqui. Ao António Cardoso, proprietário do bar o nosso bem-haja. 
Alguns amigos e novos tertulianos não deixaram de querer marcar presença nesta noite chuvosa à beira Sado. Daqui um abraço para o Paulo Sanches, o Sérgio Pissarra e o António Almeida, em especial, todos, juntamente com Isabel Victor são tertulianos e amigos, nossos convidados em diversas ocasiões onde eles foram os protagonistas.

Aqui partilhamos uma das fotografias da noite de ontem, cuja autoria é do Paulo Sanches, a quem agradecemos, mas também a outros devemos agradecimentos pelas fotos: ao Elevens Coffee Bar e à Racheal Geirinhas.

De frente, Isabel Victor (a apresentadora) e Luís Norberto Lourenço (o autor).

A todos um grande obrigado pela presença e pelo carinho.


O livro está disponível em bibliotecas de todo o país e várias de outros países (Espanha, Brasil...).
Para venda podem encontrá-lo (em Portugal e Espanha), aqui:


"Manifestos contra o medo: antologia de uma intervenção cívica" de Luís Norberto Lourenço, com prefácio do Dr. Luís Raposo
1.ª ed. Castelo Branco: Casa Comum das Tertúlias, 2011 (Rosa Sinistra, 1) ISBN: 978-989-96187-3-2

Vende-se nos seguintes locais:
Castelo Branco: Papelaria/Livraria A Amar Arte, Papelaria Central, Papelaria Rimas Cruzadas, Quiosque Vidal, Livraria Multimédia S. Miguel
Portalegre: Nun' Alvares - Livraria & Papelaria
 Lisboa: Livraria Ler Devagar, Livraria do José Manuel Vilela / Ed. Bonescos Rebeldes (Calçada do Duque)
Algés (Oeiras): Livraria e Papelaria Espaço, Livraria e Papelaria Cordeiro & Ramos 
Miraflores (Oeiras): Livraria Letraria (CC Dolce Vita)
Dafundo (Oeiras): Papelaria Vasco da Gama
Setúbal: Livraria Culsete
Salamanca (Espanha): Librería Hydria, Librería Victor Jara
Cáceres (Espanha): Librería Bujaco (Grupo Troa), Librería Pléyades, Librería Todo Libros

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quarta-feira, outubro 24, 2012

Setúbal recebe hoje apresentação do livro "Manifestos contra o medo"




Esta iniciativa é a sétima apresentação do livro, depois de: Castelo Branco, Algés, Caldas da Rainha, Portalegre, Salamanca (Espanha) e Cáceres (Espanha). 
Este evento é décima iniciativa da Casa Comum das Tertúlias (CCT), um projecto cultural e cívico que fez 11 anos de actividades em 5 de Outubro de 2012 e marca um regresso a Setúbal, depois duma visita cultural a Setúbal organizada pela SAMFTPJ e pela Casa Comum das Tertúlias, tendo o total apoio da Rede de Museus de Setúbal, em especial do Museu do Trabalho de Setúbal, tendo decorrido a 17 de Março de 2007.


Tertúlia 

Apresentação do livro: 
"Manifestos contra o medo: Antologia de uma intervenção cívica" 
de Luís Norberto Lourenço

apresentado por: 
Dra. Isabel Victor (Socióloga; Museóloga)

Elevens Coffee Bar, Setúbal
24 de Outubro de 2012, 21h 30m

Organização: 

Apoio: 
Elevens Coffee Bar (Setúbal)

Sobre o livro:

El título, “Manifiestos contra el miedo”, es una declaración de principios en defensa de la libertad de expresión y de opinión; en palabras del autor, la intervención, la crítica constructiva o el inconformismo son la sal de la democracia, hablar y escribir libremente debería ser lo más normal en una sociedad democrática, pero la gente tiene miedo. Quien se expresa con libertad y dice lo que piensa para unos es un héroe, y para otros un blanco a batir; por eso, Luis reivindica la abolición del miedo, el miedo que atrofia el pensamiento y la acción, que limita la crítica y la creatividad. Sólo se puede luchar contra el miedo hablando, escribiendo, criticando, indignándose, provocando, practicando la subversión y publicando clandestinamente si fuera preciso.

Podem ler texto de Teresa Sá Couto, aqui:
E/ou de Carlos Casaquinha, aqui:

Sobre o autor:
Luís Norberto Fidalgo da Silva Trindade Lourenço nasce em Castelo Branco a 27 de Agosto de 1973, onde conclui o Ensino Secundário na Escola Secundária de Nuno Álvares. Licenciatura em História: ramo científico (1995-1999), pela Universidade Lusíada de Lisboa. Pós-graduação em Educação e Organização de Bibliotecas (2011), pelo Instituto Politécnico da Guarda. Frequentou ainda a Licenciatura em Economia, na Universidade Lusíada de Lisboa, frequentou até ao IV Semestre a Pós-graduação em Ciências da Informação e da Documentação, na Universidade Fernando Pessoa do Porto, no âmbito da qual realizou estágio curricular na Biblioteca Municipal de Castelo Branco. Inicia em Lisboa a sua intervenção cívica, com a participação no Congresso “Portugal Que Futuro” (1994) e militância partidária em 1993, na JS e no PS, sendo co-fundador do boletim “Rosa Sinistra” do núcleo de Belém (concelhia de Lisboa) desta juventude partidária. Participou activamente nos Estados Gerais do PS (1994/95). Sócio da Sociedade dos Amigos do Museu Francisco Tavares Proença Jr. (desde 2003). Integrou a Direcção do Clube de Castelo Branco (2005/07). Sócio efectivo da BAD – Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas (desde 2011). Tem escrito em vários fanzines, jornais e revistas, locais e nacionais, portuguesas e espanholas, blogues e em vários fóruns na Internet. Tem 9 anos de experiência docente no 2.º ciclo do Ensino Básico. Funda em 5 de Outubro de 2001 a Casa Comum das Tertúlias (CCT). A 5 de Outubro de 2005 funda a “Tertuliando – Fanzine da Casa Comum das Tertúlias”, publicação que edita e de que é Director. Da sua autoria: “Auto de arrolamento dos bens existentes na egreja matriz da freguesia de Penamacor, concelho do mesmo, distrito de Castello Branco, realisado no dia 6 de Julho de 1911", apresentação, transcrição e notas por Luís Norberto Lourenço, Castelo Branco: Casa Comum das Tertúlias, 2010, Colecção: "Papéis de sexta, 2".

Sobre a apresentadora:
Isabel Victor é Licenciada em Sociologia. Mestre em Museologia. Foi ex-directora do Museu do Trabalho "Michel Giacometti" de Setúbal, ex-Directora da Divisão Museus da Câmara Municipal de Setúbal, ex-directora da Rede Portuguesa de Museus (RPM), docente do Curso de Mestrado em Museologia da Universidade Lusófona, Palestrante convidada mestrado em Museologia 
do ISCTE, Doutoranda em Museologia, investigadora da FCT – Fundação da Ciência e Tecnologia, membro do Centro de Estudos de Sócio-museologia da U. Lusófona e sócia do "MINOM-ICOM International Movement for a New Museology". Autora de vários artigos em várias revistas, tais como: "Cadernos de Sociomuseologia", 

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terça-feira, outubro 09, 2012

Texto de Juan M. Valadés Sierra sobre o livro "Manifestos contra o medo"


Na mesa durante a apresentação do livro no Ateneo de Cáceres, no passado dia 5 de Outubro de 2012, no 11.º aniversário da Casa Comum das Tertúlias: Esteban Cortijo Parralejo (moderador e Presidente do Ateneo de Cáceres), Juan José Viola Cardoso (Cônsul Honorário de Portugal em Cáceres), Juan Manuel Valadés Sierra (apresentador e Director do Museo Provincial de Cáceres) e Luís Norberto Lourenço (autor; pela Casa Comum das Tertúlias). 
Fotografia de César David.


Manifestos contra o medo*
Luís Norberto Lourenço
Castelo Branco: Casa Comum das Tertúlias, 2011

Este es un libro de valores.

Como dice Luis Raposo en el prefacio, es la obra de un hombre de un solo rostro, de un solo parecer, de “antes quebrado que doblegado”, de quien nunca tendrá un lugar en la corte, pero un día, esperemos lejano, podrá morir en paz consigo mismo con la tranquilidad de haber defendido aquello en lo que cree y de haber dejado una buena y fructífera memoria de su paso por este mundo. Eso sí, como le decía un amigo tras leer uno de sus escritos, no pensará presentarse a un cargo público en los próximos veinte años.

El libro es sobre todo un compromiso cívico, en unos tiempos en que nos estamos resignando a perder la conciencia que debe sustentar un estado democrático bajo el peso de los argumentos que justifican en la crisis económica la claudicación de principios hasta ahora innegociables.

El libro reúne una serie de artículos publicados por el autor en diferentes medios impresos y digitales entre 1995 y 2011, además de otros que hasta ahora eran inéditos, pero que fueron escritos durante ese periodo. Y hay que congratularse por el hecho de haber sido reunidos en un volumen, editado por la Casa Comum das Tertúlias para que quede constancia del pensamiento y de la actuación de Luis Norberto Lourenço, que en realidad nos representa, de algún modo, a los ciudadanos de esta parte del mundo en un momento concreto y complejo del devenir histórico. Porque probablemente la mayoría de los presentes suscribiríamos al menos un 80 % de los contenidos del libro.

Hay que decir del autor que es natural de Castelo Branco y Licenciado en Historia con un posgrado en Educación y Organización de Bibliotecas, su experiencia profesional se ha desarrollado en el campo de la Biblioteconomía y de la Enseñanza Secundaria, pero sobre todo destaca por su activismo cultural. Entre otros logros, fundó la Casa Comum das Tertúlias hace hoy justamente once años, así como “Tertuliando”, el fanzine de esta institución destinada al intercambio de ideas e iniciativas ciudadanas, especialmente en el ámbito cultural. Entre las preocupaciones de Luis, el patrimonio cultural ocupa un lugar central, algo explicable por su formación como historiador y expresado en una defensa militante del acervo cultural a través de su pertenencia, desde ocho años, a la Sociedade dos Amigos del Museu de Francisco Tavares Proença Júnior en la ciudad albicastrense.

La espina dorsal del libro, línea maestra alrededor de la cual giran los temas que son abordados en cada capítulo, es la defensa de una postura activa y comprometida en todos los aspectos de la vida. El autor cree, y practica, el compromiso con la sociedad democrática; para él, votar es el mayor derecho de cualquier ciudadano, entendiendo la abstención como una abdicación de ese derecho. Pero va más allá cuando defiende la militancia partidista como la mejor manera de llevar a la práctica el proyecto político en que se cree o que se está dispuesto a defender; en estos tiempos en que tan desacreditada está la labor política, el libro hace una defensa encendida del compromiso militante en tanto que compromiso con la democracia. Para Luis, el hecho de militar en un partido implica compartir ideas y proyectos de manera solidaria, pero nunca una renuncia a un pensamiento propio y al derecho de expresarlo. En su opinión, la militancia en el Partido Socialista es el espacio natural y único en Portugal en que puede desarrollar sus ideas.

El título, “Manifiestos contra el miedo”, es una declaración de principios en defensa de la libertad de expresión y de opinión; en palabras del autor, la intervención, la crítica constructiva o el inconformismo son la sal de la democracia, hablar y escribir libremente debería ser lo más normal en una sociedad democrática, pero la gente tiene miedo. Quien se expresa con libertad y dice lo que piensa para unos es un héroe, y para otros un blanco a batir; por eso, Luis reivindica la abolición del miedo, el miedo que atrofia el pensamiento y la acción, que limita la crítica y la creatividad. Sólo se puede luchar contra el miedo hablando, escribiendo, criticando, indignándose, provocando, practicando la subversión y publicando clandestinamente si fuera preciso.

Abril es un asunto central a lo largo del documento, casi podría decirse que la reconquista de la libertad por el pueblo portugués gracias al Movimiento de las Fuerzas Armadas del 25 de Abril de 1974 es un tema transversal que impregna todas las páginas del libro. Aquí encontramos el reconocimiento y homenaje de héroes como Ernesto Melo Antunes, uno de los capitanes de abril y de los inspiradores del movimiento, coautor del manifiesto que puso las bases del levantamiento, miembro del Consejo Nacional y ministro en varias ocasiones, además de Subdirector General de la UNESCO en 1986; una de las grandes aportaciones de Antunes es el proceso de descolonización que supo pilotar con el convencimiento de que la autodeterminación de los pueblos colonizados era una cuestión de honor para el régimen recién instaurado.

Por otro lado, son varias las referencias reivindicativas de la fecha del 25 de Abril, que lamentablemente algunos gobernantes quieren dejar en el olvido dejando pasar la efeméride sin ninguna celebración o dándole a ésta un tono menor; el caso más chusco sucedió en 2004 cuando el gobierno del PSD decidió quitar la “R” de la celebración y dejó el 25 de Abril en “Evolución” en vez de “Revolución”. Para Luis, celebrar la Revolución de los Claveles significa conmemorar el final de la censura y la recuperación de la libertad de expresión, celebrar la desaparición de la policía política (PIDE), el final de la guerra colonial, porque una democracia no puede tener colonias, y de la discriminación femenina, Abril significa la existencia de elecciones libres y una manera de homenajear a quienes cayeron en la lucha por la Democracia, la Libertad y la Igualdad. El 25 de Abril es el día que hizo posible la Utopía, una palabra que junto a los nombres de Tomás Moro y Erasmo de Rótterdam se repite en varios pasajes del libro.

Con el mismo espíritu de lucha contra la dictadura salazarista, el autor rinde sentido y justo homenaje a un personaje casi desconocido en España, e incluso en su propio país, donde ha sido olvidado si no maltratado al igual que sucede en nuestra tierra con personas que tuvieron una historia paralela. Me refiero a Arístides Sousa Mendes, diplomático que en 1939 era cónsul de Portugal en Burdeos. En noviembre de ese año, el gobierno salazarista prohibió a sus legaciones dar visados a los ciudadanos judíos, pero Sousa Mendes aplicó la consideración de territorio portugués a su consulado bordelés y por tanto puso en práctica un artículo de la Constitución del Estado Novo que decía que en territorio portugués no podía haber distinción entre los ciudadanos por la religión que profesaran. De acuerdo con ello, concedió unos 38.500 visados, muchos de ellos a judíos que de esta manera salvaron sus vidas llegando a Portugal y muchos de ellos pasando a los Estados Unidos y otros países. Al igual que Sousa Mendes actuaron otros diplomáticos, como José Luis Archer en París, Lencastre e Menezes en Atenas, Sampaio Garrido en Budapest, etc. Sousa Mendes pagó su osadía con su carrera profesional, al ser destituido y murió en la miseria sin poder sostener a sus 13 hijos mientras el Estado portugués recibía, al acabar la Guerra Mundial, el reconocimiento y las alabanzas de los aliados por su humanitaria labor al haber salvado las vidas de tantos judíos. Tal como Sousa Mendes hizo en el consulado portugués, Ángel Sanz Briz hizo lo propio en el consulado español de Budapest y Eduardo Propper de Callejón en el de Burdeos, colaborando con Sousa Mendes en la salvación de miles de personas al habilitar su paso por territorio español camino de Portugal. Todos ellos fueron declarados Justos de las Naciones por la Autoridad para el Recuerdo de los Mártires y Héroes del Holocausto, quedando para la historia la explicación de Sousa Mendes, que a sabiendas de su difícil destino explicó así su comportamiento: “Si miles de judíos están sufriendo por un cristiano (Hitler), no hay duda que un cristiano puede sufrir por tantos judíos”.

El interior de Portugal, y en concreto la región de la llamada Beira interior donde Luis ha nacido y vive, tan cercana a la provincia de Cáceres, es otro de los grandes temas que se abordan repetidamente en la obra. La despoblación del interior y el progresivo desmantelamiento de los servicios sanitarios, educativos, de transporte, culturales, industriales, comerciales, etc. dibujan un negro panorama para el presente y el futuro de las personas que viven en esta zona de la Península Ibérica. Para tratar de oponerse a esa deriva, el autor hace diversas propuestas que van desde una Reforma Agraria hasta la participación ciudadana activa en todo tipo de movimientos asociativos, clubes deportivos, asociaciones culturales, partidos políticos, sindicatos, etc. e incluso la revitalización de proyectos importantes para la región como la Escuela de Bellas Artes de Castelo Branco o el Centro Cultural Raiano de Idanha-a-Nova

La regionalización es otro de los temas que aborda como vía para la profundización de la democracia en Portugal, pero también como medio para combatir la desertización del interior portugués. A pesar de haber perdido en 1998 un referéndum no vinculante en que quien triunfó verdaderamente fue la abstención, los socialistas, y Luis entre ellos siguen defendiendo la regionalización del país como forma de favorecer el desarrollo armónico de todos los territorios aprovechando al máximo el potencial de una administración más cercana. En relación con esta profundización democrática, el libro denuncia la actual privatización desenfrenada, que pone en entredicho el servicio público en la Educación, la Economía, la Salud, la Cultura, la Comunicación Social y tantos otros ámbitos, y que tiende a la aparición de una fractura social entre quienes pueden pagar por estos servicios y quienes no.

Al referirse a las elecciones para la Presidencia de la República, el autor hace una apasionada defensa del derecho al voto en Democracia. Como ciudadano, sostiene que siempre votará para evitar que otros decidan en su lugar, porque votar es su derecho y un deber cívico, porque las presidenciales son las únicas elecciones en que se puede elegir directamente al candidato preferido, por respeto a quienes cayeron en la lucha para un día hacer posible esas elecciones, para no dar alas a las campañas monárquicas, porque es preferible ser ciudadano que súbdito, hasta para fastidiar a la extrema derecha y porque estos temas no salen en las revistas del corazón. En cuanto al dilema entre democracia y gobernabilidad a la hora de constituir gobiernos estables mediante un sistema representativo, Luis no duda en elegir más democracia; no está a favor de un sistema que favorezca a las mayorías, si un partido tiene el 20 % de los votos, debería tener el 20 % de los diputados, todo lo que no sea eso es adulterar la democracia.

Aborda también la cuestión de la denuncia y la lucha contra la xenofobia y el racismo, no sólo contra las actitudes violentas o más o menos militantes de odio al diferente, sino también y sobre todo contra la discriminación sutil de quien no se confiesa racista, de quien incluso escudado en una práctica religiosa frecuente prefiere que sus hijos o sus hermanos se mezclen con personas de su mismo color de piel, de quienes piensan que cada grupo social y étnico tiene su lugar y no debe salirse de él, o de quienes miran con comprensión el revisionismo del holocausto o tratan de justificar actitudes antisemitas. Respecto a la inmigración, datos de 2001 demuestran que el Estado portugués logró un saldo positivo de 325 millones de euros entre lo que invirtió en sanidad, educación, seguridad social, justicia, vivienda y equipamiento destinado a los 450.000 inmigrantes que tenía en aquel momento y las aportaciones de éstos en forma de impuestos a la Hacienda pública; frente a las actitudes maximalistas de muchas personas y algún partido político que abogan por la expulsión de los inmigrantes ilegales, Luis se pregunta si esas personas también defenderían la expulsión de los alrededor de 5 millones de portugueses residentes en el extranjero, muchos de los cuales también emigraron ilegalmente de su país.

España aparece también en el libro, con motivo de los atentados del 11 de marzo de 2004 y las elecciones generales que llevaron al poder al Partido Socialista en ese mismo mes, sobre todo para extraer una enseñanza y aplicarla al caso portugués como país que también apoyó la invasión de Irak y fue anfitrión de la foto de las Azores, por aquello de las barbas del vecino. En todo caso, el autor llama la atención sobre la necesidad de mejorar la seguridad en Europa frente a la amenaza terrorista, pero sin perder de vista el pleno ejercicio de las libertades; ni siquiera un estado policial puede impedir ataques terroristas, en Democracia, donde Luis manifiesta que quiere vivir, es aún más difícil impedirlos, pero eso no significa que no se combatan. La seguridad, la autoridad y la eficacia deben coexistir con el debate democrático y el pleno ejercicio de las libertades.

El libro es, pues, un repaso casi exhaustivo a todos los temas sociales, políticos y culturales en Portugal, y especialmente en la Beira interior. Una serie de aspectos que nos es muy cercano. Luis ya ha presentado el libro en Salamanca como expresión de su voluntad de compartir con los ciudadanos de este lado de la Raya la intervención cívica que está desarrollando desde hace más de veinte años. A nosotros no nos queda sino agradecerle su libro y su interés por estar aquí.

*Juan M. Valadés Sierra
Director del Museo de Cáceres

Mais:

Nota editorial:
Texto da apresentação do livro em Cáceres, enviado por Juan M. Valadés Sierra. 

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terça-feira, setembro 25, 2012

O Ateneo de Cáceres acolhe apresentação do Manifestos contra o medo: Antologia de uma intervenção cívica


Tertúlia 


Apresentação do livro:
Manifestos contra o medo: 
Antologia de uma intervenção cívica

de Luís Norberto Lourenço, pref. Luís Raposo
Ed. Casa Comum das Tertúlias (Castelo Branco, 2011)

Moderador:
Esteban Cortijo (Presidente do Ateneo de Cáceres)

apresentado por: 
Juan Manuel Valadés Sierra (Director do Museo de Cáceres)

Ateneo de Cáceres (Espanha)
5 de Outubro de 2012, 20h 30m (horal local)

Organização: 

Colaboração: 


Sobre o livro:
Sabía de su entrega total por las causas cívicas y me admiraba su tesón por clamar en el desierto, pues casi nadie le oía (o simulaban no hacerlo). Y es que lo que él escribía eran verdades dolorosas, invocaciones contra el sometimiento y la pleitesía hacia los poderes que manipulan y conculcan los derechos más esenciales. Pocos le hacían caso: pues ahora él puede ir conla cabeza bien alta, ya que desde hace 17 años venía alertando contra las tropelías que ahora se ceban con querido Portugal. Desde cuestiones que atañena los derechos laborales y a fallos de los tribunales de justicia, el racismo, la impunidad del antiguo régimen, la cuestión municipal, el teatro, aspectos de la igualdad, el periodismo, la abstención cívica, el fin de la enseñanza pública, la sociedad dimisionaria, el aborto, los portugueses y los inmigrantes, los referendos europeos… De eso y más ha compilado Luís Norberto Lourenço: su savia, su pasión, su desencanto ante la pasividad ciudadana, su utopía con anclaje en lo real, en el trabajo sin recursos, gastando lo poco que ganaba en crear foros de debate, sencillas publicaciones…Leyendo sus Manifiestos tuve que recordar al viejo Terencio, tan moderno, cuando decía: “Soy humano, nada de lo humano me es ajeno”.

por Alfredo Pérez Alencart, do texto "Contra el miedo social", publicado na coluna semanal "Sembradío" do "El Adelanto de Salamanca", de 11/09/2012. (Aqui, na íntegra.)


Cartaz elaborado por Cláudio Félix Trindade.

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domingo, agosto 26, 2012

Manifestos contra o medo apresentado na Tertulia Rona Dalba em Salamanca


Tertúlia 

Apresentação do livro: "Manifestos contra o medo: Antologia de uma intervenção cívica"
de Luís Norberto Lourenço, prefácio de Luís Raposo
(Castelo Branco: Casa Comum das Tertúlias, 2011)

Moderador: Luis Gutiérrez Barrio

Apresentado por: 
José António Córdon Garcia (Profesor Titular de Universidad de Salamanca, Facultad de Traducción y Documentación)
Pedro Miguel Salvado (Historiador; Câmara Municipal do Fundão, Portugal)

no Hotel Rona Dalba, em Salamanca (Espanha), a 4 de Setembro de 2012, pelas 17h (hora local)

Sobre o livro:
"De valores se trata aqui, portanto. De ser, mais do que de ter, se fala nas páginas deste livro. A sua leitura constitui um grato refrigério em tempos de banalidade, de falta de compromisso cívico. Em tempos de abandono de consciência ou da sua compra em dinheiro ou espécie, neste caso sob a forma de acções caritativas, as quais, por mais urgentes e sinceras que sejam (o que nem sempre é o caso), estão longe de constituir a reposta radical de que Mundo dos Homens carece. 
De valores se trata ainda em tempo de indisciplina interior e de arrogância sobre os outros e sobre o passado. Neste particular e devido à sua formação em História, Luís Norberto dá-nos especiais ensinamentos. “Se há lição que a História nos ensina é a da não esquecer as lições do passado” – diz-nos a certo passo, e mais uma vez fica este arqueólogo/historiador que abaixo se assina reconfortado nas suas idênticas convicções. 
Mas existe ainda, para além de tudo o que fica dito, uma dimensão dos escritos de Luís Norberto Lourenço que constitui um bem inestimável, uma quase jóia rara: a sua assumida militância política inteligente, partidariamente engajada, mas intelectualmente descomprometida."
por Luís Raposo (do "Prefácio" do livro) 

"Na cidadania não se limita ao comentário, mas também o vemos engajado. Não se limita a participar, mas vai mais além, na acção de organizar, promover, incentivar, impulsionar. Combina o pensamento, a palavra e a escrita tanto nas questões nacionais como nas locais. Não se limita a ver o Mundo, mas também a reflecti-lo, para o transformar. Não se fica pela critica, mas procura também oferecer a proposta. É um cidadão que não se limita a ser actor social, mas também autor da vida que preenche com a razão."
por António Regedor (do texto "Excelência social" da apresentação da obra em Castelo Branco)

"Já o historiador Pedro Salvado destacou a "atitude cultural crítica" de LNL, o combate permanente deste ao medo e à opacidade através das "narrativas dos paradoxos das duras realidades", e a sua capacidade em apontar caminhos, ainda que por vezes em discórdia com militâncias. "Para o Luís há sempre outra possibilidade entre o labirinto e a noite. Castelo Branco é o seu amor e o seu ódio." E reforçou a importância de intervir publicamente e de viva voz, "quando a discordância é assumida como falta de etiqueta" e "pensar e criticar é uma solidão". Contudo, como "a crítica é a expressão viva da dúvida, um perigo", toda a ambição de mudança tem os seus custos. "O preço da liberdade será a eterna vigilância." 
por Pedro Salvado, citado por Jorge Costa (na apresentação do livro em Castelo Branco, ver aqui: http://casacomumdastertulias.blogspot.pt/2012/02/texto-sobre-apresentacao-de-um-livro-em.html)

"São textos de um homem livre comprometido com o seu tempo, gestos de quem vive Abril, escrita que plasma o pensamento do autor, os seus valores, com apelos, reptos à reflexão, incentivos à acção. É uma escrita lúcida, sem peias nem amarras, inteligente, inquiridora e dialogante. (...)
Por mim, direi que ele é uma voz que nos motiva e um exemplo de intervenção cívica que nos orgulha."
por Teresa Sá Couto (publicado em http://comlivros-teresa.blogspot.pt com sob o título "Voz cívica de Luís Norberto Lourenço")

"Juntar em livro um conjunto de artigos de opinião dispersos por jornais, revistas e fanzines, é aquilo a que qualquer autor aspira. Luís Norberto Lourenço (n.1973) junta em 211 páginas uma intervenção cívica desde 1995 até à actualidade, partindo da ideia-chave de um artigo em 2004: «O cidadão não queria saber da política mas a política queria saber dele»."
por José do Carmo Francisco (publicado na "Gazeta das Caldas", 17 de Agosto de 2012)

"Tomar partido, sem medo, intervindo de forma organizada, numa dimensão democrática: individual, grupal, social, até influenciar positivamente, os acontecimentos da nossa sociedade. Ao longo do livro vamos recordando temas que incendiaram as páginas de jornais, abordando-os agora à luz do pensar esclarecido, vigilante, crítico e livre de Luis Norberto Lourenço. (...)
98 artigos: uma intervenção crítica notável na qual o autor nos devolve, de forma inconformista e consequente, o retrato inquieto da sociedade que temos vindo a criar, uma sociedade que necessita de ser consertada."
por Carlos Casaquinha (do texto "A Escrita como Processo de Transformação do Real [a propósito do livro “ Manifestos Contra o Medo”] Biblioteca Municipal de Portalegre", 14 de Julho de 2012)

Organização: Tertulia Rona Dalba

Colaboração: Casa Comum das Tertúlias

Apoio: Hotel Rona Dalba

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sábado, julho 14, 2012

Era uma vez uma revolução que perdeu o 'r'



Texto "Era uma vez uma revolução que perdeu o 'r'", do livro "Manifestos contra o medo: antologia de uma intervenção cívica", de Luís Norberto Lourenço, editado pela Casa Comum das Tertúlias (Castelo Branco, 2011), leitura por Fernando Serra e vídeo realizado por Jorge Costa.

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sexta-feira, julho 06, 2012

Manifestos contra o medo apresentado em Portalegre


A Casa Comum das Tertúlias comunica que se realizará uma tertúlia na Biblioteca Municipal de Portalegre, no próximo dia 14 de Julho de 2012, pelas 21h 30, para mais uma (a 4.ª, depois de Castelo Branco, Algés e Caldas da Rainha) apresentação do livro "Manifestos contra o medo: antologia de uma intervenção cívica", de Luís Norberto Lourenço e prefaciada por Luís Raposo (Director do Museu Nacional de Arqueologia), inserindo-se esta obra na colecção "Rosa Sinistra", sendo o número inicial da mesma. A apresentação do livro conta com a presença do autor e estará a cargo do enfermeiro José Carlos Casaquinha, o qual fundou com o autor a iniciativa cívica e cultural "Espaço Tertúlia", em Portalegre, em 2002. 

A organização do evento é da Casa Comum das Tertúlias
Conta com o apoio da Câmara Municipal de Portalegre e da Biblioteca Municipal de Portalegre.
O cartaz e o convite deste evento foram elaborados por Hugo Domingues.

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quinta-feira, fevereiro 23, 2012

"Manifestos contra o medo: antologia de uma intervenção cívica" - livro de Luís Norberto Lourenço apresentado em Algés


Cartaz da Tertúlia de apresentação do livro "Manifestos contra o medo: antologia de uma intervenção cívica", de Luís Norberto Lourenço, com prefácio de Luís Raposo, edição da Casa Comum das Tertúlias (Castelo Branco, Novembro de 2011).
Depois da primeira apresentação em Castelo Branco, esta segunda, a 10 de Março, pelas 18h, agora na Área Metropolitana de Lisboa, na Biblioteca Municipal de Algés (Oeiras), será também a primeria iniciativa tertuliana em Algés.
O livro será apresentado pelo autor do prefácio o Dr. Luís Raposo, arqueólogo, especialista em Pré-História Antiga (Paleolítico), Presidente da Direcção da Comissão Nacional Portuguesa do ICOM e Director do Museu Nacional de Arqueologia.
Organização do evento:
Casa Comum das Tertúlias

Apoio ao evento:
Biblioteca Municipal de Algés.

Sobre o livro, ler aqui e aqui.

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domingo, fevereiro 05, 2012

Texto sobre apresentação de um livro em ambiente de tertúlia*

O jornalista, meu amigo e habitual tertuliano da Casa Comum das Tertúlias, Dr. Jorge Manuel Costa, partilhou no seu mural do Facebook o texto que se segue ilustrado com fotografia também da sua autoria, pedi-lhe para o reproduzir num dos blogues da Casa Comum das Tertúlias, o que agora faço:


Em ambiente semelhante às tertúlias que o próprio durante anos promoveu em Castelo Branco (fui orador em algumas delas), assim decorreu a apresentação pública de "Manifestos Contra o Medo", antologia de uma intervenção cívica que reúne grande parte dos artigos escritos e publicados na imprensa local e na blogosfera por Luís Norberto Lourenço (LNL).

Louvando a frontalidade e verticalidade do pensamento do cidadão albicastrense, assumido socialista, republicano, democrata e laico, bem como a ousadia deste em defender valores que "parecem fora de moda", Luís Raposo, director do Museu Nacional de Arqueologia e autor do prefácio, lembrou que "o medo de não se poder dizer o que se pensa é a maior das doenças. E quando não se tem independência, não se é livre".

Na mesma linha, António Borges, da Universidade Fernando Pessoa, defendeu a importância de agir "contra o medo da palavra que castra a razão e a vontade". Destacando o modelo participativo de LNL (a que Lopes Marcelo, entre a assistência, chamaria de "cidadania de proximidade"), o docente defende que o livro do também professor "não é apenas uma expressão individual", mas o exemplo "de alguém que se preocupa com a comunidade". E ainda que "a cidade só se faça com a expressão livre de cada um de nós", admite que "pensar desta maneira é hoje um acto de coragem".

Já o historiador Pedro Salvado destacou a "atitude cultural crítica" de LNL, o combate permanente deste ao medo e à opacidade através das "narrativas dos paradoxos das duras realidades", e a sua capacidade em apontar caminhos, ainda que por vezes em discórdia com militâncias. "Para o Luís há sempre outra possibilidade entre o labirinto e a noite. Castelo Branco é o seu amor e o seu ódio." E reforçou a importância de intervir publicamente e de viva voz, "quando a discordância é assumida como falta de etiqueta" e "pensar e criticar é uma solidão". Contudo, como "a crítica é a expressão viva da dúvida, um perigo", toda a ambição de mudança tem os seus custos. "O preço da liberdade será a eterna vigilância."


Nota editorial:
Título e links da minha responsabilidade.

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quinta-feira, janeiro 12, 2012

"Manifestos contra o medo: antologia de uma intervenção cívica"

Cartaz da Tertúlia de apresentação do livro "Manifestos contra o medo: antologia de uma intervenção cívica", de Luís Norberto Lourenço, com prefácio de Luís Raposo, edição da Casa Comum das Tertúlias (Castelo Branco, Novembro de 2011).

O cartaz elaborado por Tiago Navarro Marques.

Organização do evento cultural:
Casa Comum das Tertúlias

Apoiam a iniciativa:
Hotel Rainha D. Amélia (Castelo Branco)
Restaurante A Muralha (Castelo Branco)

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quinta-feira, dezembro 22, 2011

"Manifestos contra o medo: antologia de uma intervenção cívica", livro de Luís Norberto Lourenço


Lançada nova iniciativa editorial da Casa Comum das Tertúlias, editada na colecção "Rosa Sinistra", no seu n.º 1, o livro de Luís Norberto Lourenço, "Manifestos contra o medo: Antologia de uma intervenção cívica", com prefácio de Luís Raposo.

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